Fernando Vieira Filho - Psicoterapeuta Clínico/Escritor/Palestrante +55(34)9 9972-4096(Uberaba)

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Dr Elias Barbosa, médico psiquiatra, fala sobre A INGRATIDÃO DOS FILHOS
Dr Elias Barbosa, médico psiquiatra, fala sobre "Bem aventurados os que tem o coração puro"


Homenagem ao Dr. Elias Barbosa - médico psiquiatra humanitário, com o qual tive o privilégio de conviver por 34 anos. Tenho-o e o terei sempre, como pai do coração, mestre e orientador e sogro inesquecível. Assista a entrevista abaixo: 

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(Por Eliana Barbosa)

ELIAS BARBOSA nasceu em Monte Carmelo, Minas Gerais, em 12 de julho de 1934, mas foi registrado como se tivesse nascido no dia 4 de agosto do mesmo ano. 
Teve a sua criação em família espírita e desde os seus 8 anos de idade já se interessava pessoalmente em frequentar o Centro Espírita semanalmente. Chegou a participar ainda criança, do que hoje se chama sessões de desobsessão, nunca se assustando com a atitude às vezes ríspida do único doutrinador quando se dirigia a um espírito revoltado ou sofredor que lá se comunicava. 
Desde que aprendeu a ler, Elias Barbosa interessou-se pelos livros espíritas, de tal forma que, aos 15 anos de idade já havia lido todos os 5 livros básicos de Allan Kardec, o Parnaso de Além-Túmulo, e os livros do      Dr. Inácio Ferreira, que chegaram a despertar neste jovem uma tendência para se aprofundar nos meandros da mente humana. 
A primeira vez em que ouviu falar de Humberto de Campos (desencarnado em 1934), foi na sua adolescência, quando leu “O Caso Humberto de Campos”, livro que trata do processo que a família de Humberto de Campos moveu contra Chico Xavier e a Federação Espírita Brasileira”, na tentativa de receber os direitos autorais dos seus livros psicografados. 
Elias Barbosa sempre se interessou pela medicina e ainda menino, já conhecia todas as plantas medicinais existentes no cerrado da chácara de sua família, onde chegou a residir por algum tempo com a sua avó materna, D. Maria Albina dos Santos. 
Aos 15 anos, trabalhando como contínuo na Prefeitura Municipal de Monte Carmelo, passou a escrever crônicas que eram lidas na rádio local e poemas que eram publicados em jornais de Monte Carmelo e da região, depois denominada Alto do Paranaíba. 
Por volta dos 16 anos de idade, foi o correspondente dos jornais O Estado de Minas, O Diário de Minas e O Diário, jornais de Belo Horizonte, enviando notícias do progresso da cidade de Monte Carmelo com fotografias pagas pela Prefeitura.
Em 1950, foi atingido por uma meningite meningocócica, tendo entrado em estado de coma, mas foi devidamente medicado por ser o segundo caso na pequena cidade de Monte Carmelo. Além do mais, o tratamento espiritual foi intenso, com vários médiuns atuando para a sua cura, o que levou à sua rápida recuperação, deixando surpresos os médicos que cuidavam do caso. O interessante é que, antes de eclodir o quadro meningítico, Elias Barbosa tinha começado a escrever um livro negativo, do ponto de vista espiritual, e, depois da doença, ele compreendeu, através de uma mensagem de Emmanuel, recebida por Chico Xavier, intitulada “A responsabilidade de quem escreve”, que este não deveria ser o caminho por ele trilhado. 
Foi quando, então, começou a alimentar a ideia de um dia analisar o Parnaso de Além-Túmulo, comparando o estilo de cada poeta, o que só ocorreu em 1972, com o lançamento da nona edição da referida obra. 

Elias Barbosa fez o curso ginasial no único colégio da sua cidade, o Colégio Nossa Senhora do Amparo, onde passou a lecionar Português, a partir dos 17 anos. Concluído o curso ginasial, sempre pensando em fazer medicina, e cientificado através de cartas que escrevia para o Ministério da Educação e Cultura e para a Revista O Cruzeiro de que o curso de contabilidade permitia a entrada em uma Faculdade de Medicina, iniciou este curso – o de contabilidade, na época já lecionando Português para o Curso Normal na mesma escola onde lecionava para o Ginasial. 
Em abril de 1954, o então Deputado Federal Mário Palmério, que tomou conhecimento de um poema de Elias Barbosa, chamado Elegia, sabendo que um de seus sonhos era estudar Medicina e percebendo a sua capacidade intelectual, generosamente convidou-o para vir morar em Uberaba em uma das dependências das suas escolas (que hoje é o Campus I da Uniube) e trabalhar nas Secretarias das Faculdades de Direito e Odontologia, e continuar dando suas aulas de Português, agora então no Colégio Triângulo Mineiro e na Escola de Comércio do Triângulo Mineiro. Nesta mesma época, Mário Palmério estava fundando a Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro e foi Elias Barbosa quem datilografou o primeiro regimento desta escola. 
Ingressou na Faculdade de Medicina em 1957 e formou-se em 1962. Convidado para ser professor de Farmacologia e Terapêutica Experimental, na FMTM, em 1963, Elias Barbosa fez o curso de aperfeiçoamento em Farmacologia em SP, na Escola Paulista de Medicina, em tempo integral. 
De volta a Uberaba, casou-se em Janeiro de 1964, com Cândida Flávia e começou a lecionar Farmacologia na FMTM, abrindo o seu consultório neste mesmo ano, e, em 1969, começou a trabalhar no Sanatório Espírita de Uberaba como médico assistente, especializando-se, a partir daí, em psiquiatria. 
De 1964 a 74, constituiu a sua família, composta por 5 filhos - todos trabalhando, hoje, na seara espírita - e 8 netos.
Elias Barbosa conheceu pessoalmente Chico Xavier em Abril de 1955, em Pedro Leopoldo. Chico Xavier passou a visitar Monte Carmelo, de 56 a 59, recebendo mensagens mediúnicas na residência da mãe de Elias, D. Myrthes Barbosa. 
E, a partir de janeiro de 1959, quando Chico Xavier chegou em Uberaba, Elias Barbosa passou a trabalhar com ele, nas tarefas de desobsessão, nas sessões públicas e organizando livros em parceria com ele, reunindo mensagens recebidas mediunicamente – livros estes circulam até hoje pelo país, dentre eles: Enxugando Lágrimas, Entre Duas Vidas, Claramente Vivos, Irmã Vera Cruz, Gabriel, e outros, inclusive dois que contam da vida do médium Chico Xavier – Presença de Chico Xavier e No Mundo de Chico Xavier.
Elias Barbosa organizou, também, a Antologia dos Imortais, que foi publicada em 1963, Trovadores do Além e O Espírito de Cornélio Pires, estudando o estilo de cada poeta quando na Terra e depois da desencarnação. 
De 1974 a 2002, Elias Barbosa foi revisor das obras completas de Allan Kardec, num total de mais de 4 mil páginas, para o IDE – Instituto de Difusão Espírita - e colaborador dos 5 volumes da Revista Espírita e também do Anuário Espírita, desde o número 1, de 1964 até o do presente ano (2011). 
Elias Barbosa, ao longo de todos estes anos tem atuado também como articulista de várias revistas, espíritas ou não, e de jornais, inclusive o Jornal da Manhã, de Uberaba - MG.
Um dos compromissos do escritor espírita Elias Barbosa foi doar os direitos autorais de todos os seus livros publicados, em definitivo, para as editoras que os vêm editando todos estes anos. 
Elias Barbosa foi um grande entusiasta do escritor Humberto de Campos e do médium Chico Xavier, por serem ambos autodidatas e escrevendo as mais belas páginas da Literatura Brasileira. O livro “HUMBERTO DE CAMPOS E CHICO XAVIER: A MECÂNICA DO ESTILO” foi o seu último livro publicado, em 2005. 
Até o seu derradeiro dia de vida, Elias Barbosa trabalhou na medicina humanitária e na seara espírita com toda sua alma, com o franco sorriso nos lábios e as palavras de incentivo que sempre lhe foram peculiares: “Parabéns, Mestre, parabéns!” - era o que ele sempre dizia às pessoas à sua volta. 
Elias Barbosa faleceu no dia 31 de março de 2011, aos 76 anos de idade, em decorrência de um tombo que lhe causou traumatismo craniano e hemorragia cerebral, libertando-o para a vida verdadeira
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    Neste romance (clique na foto acima) o autor  se inspira em seu sogro, Elias Barbosa (1934-2011).  Um ilustre e renomado psiquiatra mineiro, com quem conviveu por mais de 36 anos, para compor um personagem apaixonante e inesquecível – o Dr. Eck Barth. 
   Na história, ele é  um ícone da psiquiatria germânica que nos anos 70 vive na Montanha Azul, uma bela região austríaca. 
    Dr. Eck nos surpreende ao estabelecer laços tão estreitos entre o amor e o ódio. Ele os define como sentimentos irmãos que devem estar em equilíbrio entre si para que as pessoas possam estar física e mentalmente saudáveis. 
    Porém quando a decepção, uma poderosa vilã, entra em cena, este cenário é alterado. Então normalmente o ódio se intensifica e emerge enquanto o amor perde forças e submerge. É neste contexto que o ser humano deve apelar para um herói incansável, o perdão. 

SAIBA MAIS SOBRE O DR. ELIAS BARBOSA

 

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